Saldo em conta não diz se você pode parcelar mais uma. O aplicativo soma as parcelas, as faturas e as contas fixas dos próximos 12 meses e mostra o que sobra de verdade.
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Todo aplicativo mostra o que você gastou. Este mostra o que você já deve.
- Publicado nas duas lojas
- Comprometimento dos próximos 12 meses
- Funciona sem internet, e sem cadastro
Uma compra em dez vezes não é um gasto de hoje: é um pedaço reservado de cada um dos próximos dez meses. Somada à fatura do cartão, ao aluguel e às assinaturas, é ela que decide se dá ou não para comprar mais alguma coisa — e nenhum aplicativo respondia isso antes da compra. O Kiyoshi Finance foi feito para responder, e está nas duas lojas, de graça.
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O saldo da conta responde à pergunta errada.
O número que o banco mostra fala do passado: é o que sobrou do que já aconteceu. Só que a decisão é sobre o futuro — dá para parcelar mais uma? E o futuro já está tomado por coisas que ninguém soma de cabeça: as parcelas que continuam caindo, a fatura que fecha daqui a dez dias, o aluguel, as assinaturas que ninguém lembra que assinou. A conta existe, mas está espalhada.


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Um gráfico que responde antes da compra, não depois.
O comprometimento futuro empilha parcelas, cartão e contas fixas mês a mês, doze meses à frente. Para chegar nisso, o resto tinha que ser exato: a parcela cai na fatura certa, respeitando fechamento e vencimento — inclusive quando o fechamento cai em fevereiro; pagar a fatura é transferência, então o gasto nunca conta duas vezes; e lançar leva três toques, porque conta que dá trabalho para registrar não é registrada.
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Não guardar nada foi decisão de construção, não promessa.
Não há cadastro, não há senha de banco, não há nuvem. O banco de dados é cifrado e mora no aparelho, com trava por PIN, digital ou rosto. E o aplicativo não pede permissão de internet — qualquer pessoa confere isso na lista de permissões da loja antes de instalar. Não é a nossa palavra: é o próprio sistema do celular impedindo. É gratuito porque é um projeto de educação financeira, e não haveria como viver dos dados de alguém: eles não chegam até nós.












