Documento entregue em órgão público com foto, hora e lugar. Quem coordena acompanha pelo mapa enquanto o mensageiro ainda está na rua.
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O prazo no órgão não espera — e não dá para conferir de dentro do escritório.
- Mapa ao vivo de quem está na rua
- Baixa feita no lugar da entrega, pelo celular
- Quilometragem e turno de cada veículo
Documento com prazo em órgão público não admite dúvida: ou deu entrada, ou não deu. Só que o escritório sabia apenas que o mensageiro tinha saído. Se um protocolo voltasse sem entrada, a notícia chegava dias depois, quando o prazo já era problema de outra pessoa. A Gerência fecha essa distância mostrando a rua em tempo real.
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A entrega só era conhecida quando dava errado.
Entre a saída e a volta havia um vão de horas em que ninguém sabia de nada. Quem coordena não tinha como saber se o mensageiro chegou, se o órgão estava aberto, se faltou documento. E quando o roteiro do dia é decidido de manhã no papel, o que sobra fica para amanhã — sem ninguém perceber que aquele amanhã já era o último dia do prazo.


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O roteiro do dia, conferido ponto a ponto.
Cada serviço vira um item com endereço, responsável e o que precisa ser feito. O mensageiro dá baixa pelo celular no lugar da entrega, e o item fecha na hora, para todo mundo ver. No painel, quem coordena acompanha a rota no mapa. E o sistema ainda sugere o que mais cabe no caminho: as empresas com dia de rota hoje aparecem como proposta, e quem decide marca o que vai junto.
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Carro, quilômetro e turno entram na mesma conta.
Cada saída registra o veículo, a quilometragem de saída e de chegada e as fotos do trajeto. O turno lança transporte, almoço e distância percorrida. Isso resolve dois problemas de uma vez: a prestação de contas do dia sai pronta, sem ninguém preencher planilha no fim da tarde, e a manutenção da frota deixa de depender de alguém lembrar quantos quilômetros aquele carro já rodou.











