Chamado de tecnologia e controle de equipamento no mesmo lugar: quem pediu, quem atendeu, e com quem está cada máquina.
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Trocamos uma ferramenta de prateleira por uma que conversa com o resto da casa.
- Chamado com fila, prioridade e histórico
- Equipamentos por pessoa e por lugar
- Relatório de volume e tempo por setor
Pedido de suporte feito no corredor não vira fila, não vira prioridade e não vira histórico. E o controle dos equipamentos vivia noutro sistema, comprado pronto, que ninguém alimentava porque era mais um lugar para entrar. Juntar as duas coisas resolveu as duas.
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O pedido feito de boca some no mesmo dia.
Sem fila, o que é urgente disputa espaço com o que é chato, e ganha quem insiste mais. Sem histórico, o mesmo defeito é diagnosticado do zero três vezes. E o parque de equipamentos, num sistema separado, ficava desatualizado por um motivo simples: alimentar dois lugares é trabalho dobrado, e o segundo sempre perde.


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Uma central que já sabe quem está pedindo.
Como o login é o mesmo da empresa, o chamado nasce sabendo quem abriu, de que setor e para qual equipamento. A fila tem prioridade e responsável, e o histórico fica com o chamado, não na cabeça de quem atendeu. O controle de equipamentos entrou aqui dentro: cada máquina tem lugar, situação e pessoa, e a busca cruza nome, número e histórico.
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Substituir ferramenta pronta só se justifica por integração.
Não trocamos o sistema antigo de equipamentos por capricho: trocamos porque ele não conversava com nada. Ferramenta de mercado é ótima enquanto o problema é isolado; quando o chamado precisa saber qual máquina é, quem é o dono e o que já quebrou antes, a ilha vira custo. Hoje o relatório sai por setor, por técnico e por período, e a exportação existe justamente para o dado não ficar preso aqui dentro.











