O cadastro das empresas num lugar só — e a simulação que mostra, imposto por imposto, quanto cada regime custaria.
©2026
A planilha de simulação virou tela — e passou a explicar as próprias contas.
- Simulação de regime, imposto por imposto
- Diz o motivo de cada regime descartado
- Cadastro central de empresas e registros
Escolher o regime de uma empresa é uma decisão cara, e ela costuma ser tomada dentro de uma planilha que só quem montou entende. Quando essa pessoa sai de férias, a decisão para. O CIDE tirou a conta da planilha e a colocou onde o cadastro já estava.
©2026
A conta que decide o ano inteiro morava num arquivo pessoal.
Cada simulação era uma planilha nova, com fórmulas copiadas da anterior e o cadastro da empresa digitado à mão mais uma vez. Dois erros nasciam sozinhos: o dado digitado errado, que ninguém confere, e a fórmula que continuou igual depois que a regra mudou. E como o arquivo é de quem fez, revisar significava pedir para a mesma pessoa explicar.


©2026
A empresa já está cadastrada — a simulação parte dela.
A atividade, o enquadramento e o regime atual vêm do cadastro, não da digitação. A partir daí a simulação roda por período e devolve o resultado tributo a tributo, separando o que é faturamento, o que é folha e o que é resultado. Dá para comparar caminhos lado a lado e ver a diferença em números, não em impressão.
©2026
Quando descarta um caminho, o sistema diz por quê.
É o detalhe que faz a diferença entre uma ferramenta que responde e uma em que se confia. Ao eliminar um regime, ele não some da tela: aparece na lista dos não aplicáveis com a razão e o número que a sustenta — a projeção do ano contra o teto daquele enquadramento. Quem recebe a simulação consegue conferir o raciocínio sem refazer a conta.











